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quinta-feira, 29 de março de 2012

O anel

"Não tentes ser bem sucedido, tenta antes ser um homem de valor."

Albert Einstein

     Quanto você vale?

     - Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

     O professor, sem olhá-lo, disse:

     - Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.

     E fazendo uma pausa, falou:

     - Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.

     - C...claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor.

     O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:

     - Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

     O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

     Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos.

     Entrou na casa e disse:

     - Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

     - Importante o que disse: meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

     O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:

     - Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.

     O jovem, surpreso, exclamou:

     - 58 MOEDAS DE OURO!!!
  
     - Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente...

     O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.

     - Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:

     - Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???

     E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

     - Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.

domingo, 14 de agosto de 2011

A morte misteriosa do Planejamento

     Quando Planejamento, sua esposa Urgência e sua filha Pressa se mudaram para o Residencial Marketshare, parecia que seriam “felizes para sempre”. A nova família foi muito bem recebida por condôminos e funcionários.

     Entretanto, o tempo tratou de ir trazendo a dura realidade do Marketshare para o Planejamento.

     Dona Rotina, a síndica, logo caiu nas graças de Dona Urgência. Tornaram-se inseparáveis companheiras e confidentes. Passavam o dia inteiro batendo perna pelo condomínio. Quase nada lhes escapava aos olhos e à língua. O que não viam, inventavam. Sem saber exatamente por que, Planejamento não gostava daquela amizade da Rotina (uma falsa) com a Urgência.

     O morador do apartamento 171 também incomodava. O senhor Walmir Mercado era figura imprevisível. Sofria de transtorno bipolar severo, alternando dias de simpatia, serenidade com momentos de extrema irritação e instabilidade. Por conta disso, vários foram os desentendimentos do Mercado com Planejamento – principalmente quando aquele entrava em delírios, alucinações e manias de perseguição, bradando ameaças escatológicas e apocalípticas pelos corredores.

     Morava na cobertura, o Senhor Resultado. Cara esquisito. Dizia-se comerciante, mas era mesmo um agiota. Envolvia as pessoas com conversa mole, convencendo-os a associarem-se a ele em algum novo negócio. Levava seus sócios a empenharem suas parcas economias na nova empresa. Quando o dinheiro acabava (e isso sempre acontecia), emprestava-lhes a taxas de juros pra lá de abusivas. Logo, o incauto empreendedor estava irremediavelmente preso e dependente do Senhor Resultado. Planejamento também acabou vítima do conto do Resultado. Investiu tudo em um supostamente promissor e milionário negócio de enfeites de feltro para árvores de natal.

     Em pouco tempo, não teve outra saída se não hipotecar seus imóveis para pagar parte das dívidas. Planejamento estava falido e desacreditado.

     As desavenças com o morador do apartamento 171 também eram cada vez mais freqüentes. Certo dia, após um desentendimento sobre vaga no estacionamento, muitos ouviram o Mercado aos berros no hall de entrada: “O Senhor vai ver, seu Planejamento. Ainda acabo com a sua vida.”

     Como se não bastasse, a Rotina (que não era de confiança mesmo), não se sabe exatamente por que, passou a chantagear a Urgência por conta do segredo do nascimento da Pressa. Como Urgência não cedeu à pressão, a ex-amiga escreveu carta anônima e enviou para o Planejamento. Ao ler aquela história escabrosa, Planejamento passou a pressionar a sua esposa para que contasse a verdade. Ela negava veementemente, mas ele estava determinado a ir até o fim.

     Assim, constantemente assediado por truculentos cobradores do Resultado, ameaçado violentamente pelo Mercado, em pé de guerra com a Urgência, Planejamento passou a viver dias de insegurança e medo.

     Certo dia, o professor de dominó do condomínio, ao abrir sua academia, deparou-se com o corpo já sem vida do Planejamento, debruçado sobre a mesa principal.

     Estava estabelecido o mistério. A primeira versão dava conta de que o Planejamento tinha sido vítima de mal súbito. Sabedor de que havia muita gente interessada na sua morte, o delegado local insistiu em encomendar uma autópsia – contra a vontade da viúva. No procedimento, legistas descobriram altas doses de Coca-cola Diet e Mentos em todo o sistema digestório do finado.

     Não havia dúvidas: Planejamento foi assassinado. E a polícia já tinha uma legião de suspeitos.

     Afinal… quem você acha que acabou com o Planejamento? As armadilhas da Rotina, a instabilidade do Mercado, as pressões do Resultado, ou a imprevisível Urgência?

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Você é Homem ou Elefante?




     Você já observou um elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo.

     A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia arrancá-la do solo com facilidade e fugir. E por que o elefante não foge? Perguntei a um adestrador e ele me explicou que o elefante não escapa porque está adestrado.

     Fiz então a pergunta óbvia: "Então, por que o prendem?" Não houve resposta! Há alguns anos descobri que, para minha sorte, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno.

     Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar, e, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele; o elefantinho tentava, tentava e nada...

     Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo. Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode e jamais volta a colocar à prova sua força.

     Moral da História: Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas "que não podemos ter", "que não podemos ser", “que não vamos conseguir", simplesmente porque quando éramos crianças e inexperientes algo não deu certo ou ouvimos tantos "nãos" que a corrente da estaca ficou gravada na nossa memória com tanta força que aceitamos o “sempre foi assim”.

     De vez em quando sentimos as correntes e confirmamos o estigma: "não posso", "é muita terra para o meu caminhãozinho", "nunca poderei", "é muito grande pra mim"! A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras e não ter receio de arrebentar as correntes!

     Afinal, Você é Homem ou Elefante?


quinta-feira, 17 de março de 2011

Todos temos defeitos



   Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.

   Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.

   Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados.

   Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.

   Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.

   Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.

   E assim sobreviveram.



   Moral da História

   O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.


segunda-feira, 14 de junho de 2010

O monge mordido



        Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada . Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

        - Mestre deve estar muito doente! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda, picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!

        O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu:

        - Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha.



domingo, 9 de maio de 2010

A parábola dos dois remos




          Um viajante ia caminhando às margens de um grande rio. Seu objetivo era chegar à outra margem. Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio, oferecendo-se para transportá-lo. O pequeno barco envelhecido era provido de dois remos de carvalho. Logo os seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés dentro do barco o viajante observou que eram duas palavras. Num dos remos estava escrito Acreditar e no outro Agir


          Curioso, o viajante perguntou a razão daquelas palavras nos remos. O barqueiro então pegou o remo chamado Acreditar e começou a remar. O barco começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo chamado Agir e começou a remar, novamente o barco girou em sentido oposto sem ir adiante.


         Finalmente o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, então, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas chegando ao outro lado do rio. O barqueiro então disse ao viajante:


          - Este porto se chama Autoconfiança. É preciso Acreditar e também Agir para que possamos alcançá-lo.


           A conclusão e os comentários são de vocês.



sábado, 3 de abril de 2010

O sábio e os viajantes!



        Como ocorrem todas as semanas aqui na GPS Investimentos realizamos a integração de novos colaboradores. Nesta semana acompanhei a integração que foi ministrada por um de nossos novos técnicos de segurança já que era a sua primeira vez. No mesmo dia realizei entrevista com candidatos a vaga de estágio de segurança do trabalho. Estas duas situações me fizeram lembrar uma fábula que li em um livro, como minha memória é fraca não lembro exatamente o nome deste livro. A fábula é sobre dois viajantes e um velho sábio que recepciona visitantes no portal de uma pequena cidade. A história é mais ou menos assim:

         Um viajante ao chegar na cidade pergunta ao sábio:

- Senhor, como é esta cidade?

- Primeiro diga você, jovem viajante, com é a cidade de onde vens? Questiona o sábio.

- A cidade de onde venho é horrível, não tem oportunidades, as pessoas são rudes e não fiz nenhum amigo durante minha estadia nesta cidade, por estes motivos estou atrás de uma cidade diferente, uma cidade que me de oportunidades, onde eu possa ser feliz e realizado.

- Nossa cidade é exatamente igual a cidade de onde você vem! Responde o sábio.

        O viajante bastante decepcionado com a resposta do sábio pega sua mochila e vai embora, em busca de uma cidade diferente da cidade de onde vem.

         Cerca de duas horas depois chega outro viajante e após ser recepcionado pelo velho sábio, questiona:

- Olá! O senhor que vive a tanto tempo nesta cidade pode me responder. Como é esta cidade?

        O sábio então questiona ao segundo viajante:

- Primeiro me diga você, como é a cidade de onde vens?

- A cidade de onde venho é maravilhosa, fiz muitos amigos, tive excelentes oportunidades de emprego e de aprendizado. Estou agora em busca de novos desafios, aprendizados diferentes, novas experiências e novos obstáculos a transpor.

         O sábio então responde:

- Nossa cidade é exatamente igual a cidade de onde você vem!

         Contente o viajante dirige-se a pousada mais próxima e instala-se na cidade. Perplexo com as situações que acabou de presenciar o neto do velho sábio, que estava junto ao sábio naquela tarde questiona:

- Vovô, o senhor que sempre foi um exemplo de honestidade e integridade, sempre me ensinou a não mentir, mas para um dos dois viajantes o senhor mentiu! Deu a mesma resposta para duas cidades totalmente diferentes.

- Não meu neto, eu não menti. Nossa cidade não é diferente de nenhuma outra cidade, as cidades são todas iguais, com pessoas rudes e pessoas amáveis, com oportunidades e desafios, o que determina se uma cidade é boa ou ruim é a forma como você enxerga ela.

Você carrega sua cidade dentro de você!


         Costumo usar esta fábula como introdução de minhas integrações. Nossa empresa não é diferente de nenhuma outra empresa. Como em qualquer local existem pontos positivos e negativos, existem pessoas motivadas que nos ajudam e nos dão bons conselhos e existem pessoas desmotivadas, pessimistas e que tentam nos desmotivar também. Durante toda nossa vida iremos encontrar barreiras, teremos dificuldades e desafios, depende de nós escolhermos a forma como encará-los.

         Sejamos como o segundo viajante. Vamos buscar nos desafios a motivação necessária para nossa felicidade. Vamos transpor os obstáculos que a vida nos proporciona, que estes desafios nos tornem cada vez mais fortes e vitoriosos!
 

sexta-feira, 26 de março de 2010

Só R$25,00

     

      Um homem chegou em casa tarde do trabalho, cansado e irritado encontrou o seu filho de 5 anos esperando por ele na porta ..

- Pai, posso fazer-lhe uma pergunta? ?

- O que é?" respondeu o homem.

- Pai, quanto você ganha em uma hora? "

- Isso não é da sua conta. Porque você esta perguntando uma coisa dessa? Disse o pai de modo agressivo.

- Eu só quero saber .. Por favor me diga, quanto você ganha em uma hora?

- Se você quer saber, eu ganho R$ 50 por hora.

- Ah...

O menino respondeu, com sua cabeça para baixo.

- Pai, pode me emprestar R$ 25,00??

     O pai estava furioso.

 - Essa é a única razão pela qual você me perguntou isso?

       Pensa que é assim que você pode conseguir algum dinheiro para comprar um brinquedo ou algum outro disparate? Vá direto para o seu quarto e vá para a cama. Pense sobre o quanto você está sendo egoísta.

 - Eu não trabalho duramente todos os dias para tais infantilidades..?

      O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta. O homem sentou e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do menino. Como ele ousa fazer essas perguntas só para ganhar algum dinheiro?

      Após cerca de uma hora, o homem tinha se acalmado e começou a pensar: Talvez houvesse algo que ele realmente precisava comprar com esses R$ 25,00 e ele realmente não pedia dinheiro com muita freqüência. O homem foi para a porta do quarto do menino e abriu a porta.

 - Você está dormindo, meu filho? " Ele perguntou.

 - Não pai, estou acordado?, respondeu o rapaz ..

 - Eu estive pensando, talvez eu tenha sido muito duro com você há pouco.,

       Tive um longo dia e acabei descarregando em você. Aqui estão os R$ 25 que você me pediu." O menino se levantou sorrindo.

-Oh, obrigado pai! gritou.

       Então, chegando em seu travesseiro ele puxou alguns trocados amassados. O homem viu que o menino já tinha algum dinheiro, e começou a se enfurecer novamente. O menino lentamente contou o seu dinheiro , em seguida olhou para seu pai..

- Por que você quer mais dinheiro se você já tinha? Grunhiu o pai.

 - Porque eu não tinha o suficiente, mas agora eu tenho", respondeu o menino.

 - Papai, eu tenho R$ 50 agora. Posso comprar uma hora do seu tempo? Por favor, chegue mais cedo amanhã em casa. Eu gostaria de jantar com você.

       O pai foi destroçado. Ele colocou seus braços em torno de seu filho, e pediu o seu perdão...



      É apenas uma pequena lembrança a todos vocês que trabalham arduamente na vida. Não devemos deixar escorregar através dos nossos dedos o tempo sem ter passado algum desse tempo com aqueles que realmente importam para nós, os que estão perto de nossos corações. Não se esqueça de compartilhar esses R$ 50 no valor do seu tempo com alguém que você ama.

       Se morrermos amanhã, a empresa para a qual estamos trabalhando, poderá facilmente substituir-nos em uma questão de horas. Mas a família e amigos que deixamos para trás irão sentir essa perda para o resto de suas vidas... Isso não significa que não devemos nos dedicar ao máximo em nosso trabalho, mas sim que para alcançarmos o sucesso e sermos realmente profissionais e pessoas bem sucedidas devemos ter equilibro em nossas ações e discernimento para diferenciarmos os momentos de trabalho árduo dos momentos de lazer e descanso com nossos entes queridos.




      Sejamos dedicados sim! Mas na medida certa...

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